PINK'S SONG

A banda

Seis músicos. Uma paixão compartilhada.
Uma obra que merece ser interpretada com profundidade.

A sensação de ouvir Gilmour e Waters.
Aquele timbre. Aquela presença. Aquela noite.

A HISTÓRIA

pink's song

A Pink’s Song nasceu em 2018 a partir de uma paixão compartilhada e de uma convicção: a obra do Pink Floyd merece ser interpretada com profundidade, respeito e presença de palco.

O nome é uma homenagem dupla. Vem de Pink’s Song, composição de Richard Wright — tecladista do Pink Floyd — lançada em 1978 no álbum solo Wet Dream. Uma música delicada, quase esquecida, que fala de alguém chamado Pink. Wright faleceu em 2008, e o nome carrega também esse afeto por quem ajudou a construir o som que a banda homenageia. A segunda referência é o próprio personagem Pink — o protagonista de The Wall — presente no espetáculo na forma de um boneco que ocupa o palco durante toda a noite.

A inspiração nos grandes espetáculos do Pink Floyd — Pulse, The Wall — é evidente. Mas a proposta não é reproduzir a escala desses shows. É encontrar o que há de mais essencial neles e trazê-lo para dentro do teatro, onde a experiência se torna íntima. Onde o silêncio tem peso. Onde cada detalhe pode ser percebido.

Quem vai duas vezes a um show da Pink’s Song ouve algo diferente. Porque cada noite tem sua própria vida.

“Uma música delicada, quase esquecida, que fala de alguém chamado Pink. Wright faleceu em 2008, e o nome carrega esse afeto por quem ajudou a construir o som que homenageamos.”

Pink’s Song · A Origem do Nome

OS INTEGRANTES

SEIS MÚSICOS.
UMA JORNADA.

Jonathan - Pinks Song

JONATHAN ESTEVAM

VOCAL, GUITARRA, VIOLÃO E LAPSTEEL

Aos 14 anos, seu pai comentou: “Você tem a voz e o jeito de tocar do cara do Pink Floyd.” Em 2004 fundou a Echoes in the Garden, que chegou a lotar casas de show em Blumenau. Em 2011 retomou o projeto como Pig Floyd. Em 2018, ao lado de William Maglione, fundou a Pink’s Song — com uma proposta muito mais elaborada e conceitual. No espetáculo, é a voz e os solos de David Gilmour, tocando violão, guitarra e lapsteel guitar.

Tocar Pink Floyd é sentir a pele arrepiar no solo, é ficar impressionado com os detalhes de cada música. É seguir um sonho. É uma realização pessoal.

William Maglione

VOCAL, Baixo e violão

Começou pelos teclados aos 15 anos, mas foi o violão, a guitarra e o baixo que o levaram ao palco, guiado desde cedo pela profundidade do Pink Floyd. Em São Paulo, integrou o Sigmund Floyd, tributo ao Pink Floyd. Em Blumenau, cofundou a Pink’s Song ao lado de Jonathan Estevam, onde carrega a voz e a presença cênica de Roger Waters — com o figurino e a teatralidade do personagem de The Wall.

O palco é o lugar onde a música deixa de ser som e vira experiência.

William-Pinks-Song
Alexandre - PINKS SONG

Alexandre Vieira

TECLADOS E SINTETIZADORES

Trajetória construída no rock, com forte influência do Pink Floyd. Na Floyd Noise, projeto tributo de Itajaí/SC, mergulhou nas camadas e texturas que definem o som do Floyd. Na Pink’s Song, esse conhecimento se traduz em fidelidade: do minimalismo contemplativo ao peso do rock progressivo.

A música vai além da execução: é expressão, emoção e conexão.

Juan Fabbrin Xavier

BATERIA E PERCUSSÃO

32 anos, toca bateria desde os 5. Cresceu ouvindo Pink Floyd por influência direta dos pais — e essa escuta formativa moldou seu jeito de tocar. Na Floyd Noise e agora na Pink’s Song, é quem sustenta o pulso de cada noite com a precisão de quem conhece as músicas de cor e a sensibilidade de quem as ama há décadas.

Estar no palco tocando Pink Floyd é exatamente onde devo estar.

JUAN - PINKS SONG
MARCELO - PINKS SONG

Marcelo Domingues

GUITARRA, BAIXO E VIOLÕES

Guitarrista desde 2000, construiu sua trajetória no rock progressivo em busca de atmosferas e narrativas sonoras. Na Floyd Noise, tributo ao Pink Floyd de Itajaí/SC, aprofundou sua relação com a obra da banda inglesa. Na Pink’s Song, sua experiência se traduz em interpretação: multi-instrumentista em guitarra, baixo e violões, Marcelo cria as camadas sonoras que engrandecem cada música.

Tocar Pink Floyd é puro feeling!

Guilherme Duwe

SAXOFONE

Saxofonista formado na Casa de Cultura de Joinville, com trajetória que atravessa orquestra, jazz, choro, reggae e rock psicodélico. Essa diversidade aprofundou sua escuta e sua capacidade de habitar atmosferas musicais distintas. Integrar a Pink’s Song foi um reencontro com o rock do qual nunca esteve distante. No espetáculo, o saxofone ocupa o espaço que o Pink Floyd sempre reservou para ele: entre a melodia e o silêncio, onde a música respira.

O rock psicodélico está vivo.

GUILHERME - PINKS SONG

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